Vice de marketing rubro-negro calcula R$ 73
milhões de arrecadação com uniforme. Acordo com a Caixa Econômica Federal irá à
votação nesta terça
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Modelos apresentam novos
uniformes: marca no peito, ombro e perna
(Foto: Alexandre Vidal/Fla
Imagem)
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Foram quase cinco meses de conversas. Um acordo de um ano, cujo valor envolvido é de R$ 25 milhões. Maior camisa em valorização no país é a do Clube de Regatas do Flamengo com R$ 73 milhões, fora as variáveis do contrato. Não vou ficar falando sobre as questões. Tenho a expectativa que os colegas da Caixa consigam mais dois ou três anos de contrato - disse Luiz Eduardo Baptista, o Bap, vice de marketing do Flamengo, referindo-se ao contrato da Caixa Econômica mais os valores da Adidas (R$ 35,6 milhões, somado a taxa de início de parceria e a verba de ações de marketing), da Peugeot (R$ 10 milhões) e da Tim (R$ 2,5 milhões).
Os novos uniformes foram apresentados por duas modelos no
salão nobre da Gávea. O valor anunciado pelo patrocinador máster é menor que o
esperado pela diretoria. Internamente, a expectativa em um primeiro momento era
de que atingisse R$ 35 milhões no somatório de cotas e ações voltadas para os
esportes olímpicos. O que ficou acordado é inferior ao que paga a Caixa
Econômica Federal ao Corinthians - R$ 30 milhões anuais. O contrato com o clube
paulista, entretanto, prevê a utilização de dois espaços na camisa, na frente e
nas costas. No uniforme rubro-negro, as costas serão ocupadas por outra marca,
a da Peugeot. O espaço nas mangas continua livre e pode ser negociado.
Os dirigentes rubro-negros não quiseram detalhar a parceria com a Caixa, já que ela ainda seria votada à noite pelo Conselho Deliberativo. Segundo Bap, há outras negociações em curso para novos patrocínios, mas não revelou o andamento.
Temos espaço pelo menos para mais um patrocinador na camisa. Não posso falar ainda porque não está fechado - despistou Bap.
